segunda-feira, 26 de abril de 2010

ANÁLISE TÁTICA

Provável campeão paulista e grande sensação do futebol brasileiro em 2010, o Santos atua num 4-2-2-2 à moda antiga. Na defesa, o técnico Dorival Júnior escala Edu Dracena e Durval na zaga, e Pará e Léo nas laterais. Ambos apoiam pouco o ataque. No meio, o alvinegro tem dois volantes leves: Arouca e Wesley, enquanto Paulo Henrique e Marquinhos são responsáveis pela ligação do setor com o ataque. Robinho e Neymar ficam na frente.

Contra adversários mais fracos, o comandante santista é ainda mais ousado e escala o time no 4-1-2-3. Nesse esquema, o centroavante André assume o posto do volante Wesley e Arouca fica sozinho na proteção.

Caso seja necessário reforçar a marcação no meio-campo, o 4-3-1-2, usado pela maioria das equipes do país, pode ser uma opção viável. Rodrigo Mancha e Roberto Brum seriam os mais cotados para entrar no lugar de Marquinhos e formar uma linha de três cabeças de área com Arouca e Wesley. Essa formação deixa o time mais compacto e a zaga mais protegida.

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