quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

LIBERTADORES 2011

Como semana passada acabei não vendo o jogo de ida do Grêmio contra o Liverpool-URU, ontem confesso que dei atenção especial para o tricolor gaúcho. Como já era esperado, apesar do gol uruguaio no primeiro tempo, o time do técnico Renato, que empatou logo em seguida, conseguiu sua classificação para a fase de grupos da Libertadores sem maiores sustos: 3 X 1.

Pouco pode-se falar individualmente do time do Grêmio. O recém-contratado Vinicius Pacheco, autor de dois gols, foi o destaque. Mas parece que contra adversário fraco, todo mundo dá aquela acomodada natural.

O "imortal tricolor" talvez tenha o elenco mais limitado dentre os brasileiros que continuam na competição. Mas sua tradição em Libertadores e a força de sua torcida no Estádio Olímpico não podem, jamais, serem desprezados.

E Andre Lima? Perdeu um gol incrível ainda no primeiro tempo. Que saudade do Jonas...

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Dizer que o Corinthians sente demais a falta do meia/volante Elias, que Bruno Cesar não é sombra do jogador que foi em 2010 e que Ronaldo está, de novo, absurdamente acima do peso é chover no molhado. E a soma desses fatores só podia resultar em eliminação.

O time paulista teve outra atuação apática e foi justamente eliminado pelo apenas esforçado Tolima-COL. E o 2 X 0 ficou barato. Papelão também fez o peruano Ramirez, que entrou no segundo tempo e, poucos minutos depois, acabou expulso por agredir um adversário com uma cotovelada. Logo ele que tinha ido tão bem, pelo Paulistão, na rodada do fim de semana. É capaz de cair em desgraça com a fiel.

O presidente Andres Sanches garante que o técnico Tite continua "prestigiado". Aí é que mora o perigo.

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